A-D-O-R-E-I!!! Primeira reunião ministerial subaquática de que tive notícia (http://noticias.br.msn.com/mundo/artigo-bbc.aspx?cp-documentid=22306868). Simplesmente fantástico, provando que Ricardo não é o único que adora falar enquanto mergulha! Rs... Só fiquei na dúvida o que eles quiseram dizer ao afirmar que o presidente Nasheed é um "mergulhador qualificado"... Também, não é qualquer um que faz coletiva embaixo d'água!
sábado, 17 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Acabei de ver, em um e-mail, que uma amiga que tem operadora de mergulho aqui em Salvador está organizando no carnaval do próximo ano uma viagem para Guarapari/ES. Ô lugar lindo, sô! Tudo de bom. No mais estrito sentido da expressão. Quando decidimos ir a Guarapari, a escolha do local da viagem foi muito difícil. Eu e o "Hélios" da minha vida estávamos muito afim de viajar, mas as milhas do cartão não eram muitas. Aproveitamos, então, uma promoção da Gol e escolhemos ir para Vitória, pois as pouquíssimas milhas que existiam davam para os dois. Assim, em março de 2009, desembarcamos em Vitória, no menor aeroporto que eu já vi. Mas, acalmem-se. À época, já havia sido iniciada uma reforma do aeroporto, que uma Capixaba denominou de "vergonha do Espírito Santo". Após o desembarque, seguimos à dura tarefa de decidir como chegar a Guarapari que, segundo o mapinha que tinha consultado, distava 50Km de Vitória, que podiam ser vencidos de táxi, com uma tarifa obscena de R$ 170,00 (cento e setenta reais), ou de ônibus, que só conseguiríamos pegar em uma das rodoviárias da cidade. Óbvio, escolhemos o ônibus, para nos misturar e conhecer o pessoal local. No caminho para Guarapari, paisagens lindas não nos fizeram esquecer nem um pouco que estávamos em um ônibus, que parava de cem em cem metros, com todos os nossos equipamentos de mergulho na mala e que, pela demora para chegar, poderia ser assaltado a qualquer momento. Tive, ainda, que ouvir os comentários do meu assustado parceiro, de que eu estava vestida como uma turistona bandeirosa, o que devo concordar, mas jamais imaginei que o ônibus que vai de Vitória a Guarapari fosse quase um ônibus urbano e que eu fosse chamar tanto a atenção com a minha bolsinha de viagem... vermelha. É... hihihihihi... Por telefone, o atendente do Hotel do Irmão (que só lá em Guarapari/ES descobri que não era "Hotel Dois Irmãos") já tinha explicado perfeitamente onde descer e o que fazer para chegar lá e foi mais fácil do que imaginávamos. O ônibus parou a cinqüenta metros do hotel, o que foi mais que providencial para evitar novo estresse no deslocamento da minha montanha de malas. Massa! Chegamos e fomos, imediatamente, para a Atlantes, pois queríamos garantir nossos vagas, caso houvesse saída no dia seguinte. E assim foi. Mas, como foram os mergulhos e o tour por Guara, fica pra próxima...
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Onde estavam os tubarões?


Acho que todo mundo já leu a notícia de que uma apresentadora de TV sofreu um acidente mergulhando com tubarões no Caribe. A maioria dos textos que li pela internet tinham o mesmo teor desse aqui: http://www.tudoagora.com.br/noticia/22088/Ana-Hickmann-sofre-acidente-com-tubaroes-no-Caribe.html. Juro que fiquei procurando o tubarão no acidente e não consegui encontrar. Eu estou achando essa história toda muito estranha e deu uma vontade enorme de mandar uma mensagem para ela contar a sua versão. Acho que ela não iria se importar, pois, se estava mergulhando aos 30 metros, com tubarão, e equipamento que ajudava a submergir (será que, na verdade, ela usava um scooter?), deve ser mergulhadora avançada, com muitos mergulhos e, claro, uma oceânide! Então, preciso confirmar a história, já que os dados devem conter alguns equívocos. Como a garota, que deve pesar menos que eu (69Kg e uso 6Kg de lastro com roupa de 5mm), estava usando 15Kg de lastro? Usava roupa seca no Caribe? (:-o) Não, gente, não estou com inveja só porque ela estava mergulhando em um lugar divino e eu estou aqui, "de molho no seco"... Juro que não. Também não duvido que houvesse tubarões no mesmo oceano... Com certeza que existiam! Com a visibilidade, comum às águas do Caribe, de aproximadamente 30m de visibilidade, com alguma atenção, já dá para ver o bichinho... Só estou refletindo sobre a notícia, pois quando li, a impressão que tive foi que um tubarão, tentando tirar uma lasquinha, partiu para cima da apresentadora... :-)
domingo, 27 de setembro de 2009
Comprando uma caixa estanque
A minha história de compra da caixa estanque para a máquina fotográfica (Sony DSC-S730) foi um cálvário. Levei eras para firmar a convicção "vou comprar", pois não queria gastar muito dinheiro, mas precisava demais fotografar. Enfim, para uma oceânide libriana, o dilema era perfeito. Após diversas noites pesquisando na internet, tentando me informar sobre preço, disponibilidade de modelos, caixa nova, caixa usada, original, genérica, outra câmera, desistir, etc, optei por comprar uma Croma, porque era a melhor em custo-qualidade para o que eu precisava. Entrei no site (http://www.sealpro.com.br/) e enviei um e-mail, que foi prontamente respondido com as informações necessárias para fechar a compra. Foram necessários mais alguns e-mails e ligações para, enfim, depositar o valor integral (essa foi a forma de pagamento escolhida. Haviam outras que não me interessavam.) e esperar aproximadamente quinze dias para receber a caixa. Imaginem a surpresa quando, chegada a caixa, os comandos não encaixavam perfeitamente nos botões da máquina. Eu queria me matar! Nova sessões de e-mails e telefonemas e, para provar que eu não tinha passado os dados da câmera errados e conseguir a retificação dos comandos, enviei para o Rio de Janeiro a caixa com a minha câmera, por sedex. Outra sessão de e-mails, telefonemas e, dessa vez, choro. Sim, eu chorei, porque em menos de um mês iria viajar para Guarapari/Es, pretendia usar a minha câmera e ela não voltava. O prazo que tinham me dado já havia estourado e, pelo jeito que a história andava, eu já estava com medo de viajar e não conseguir, sequer, ter uma foto sentada na beira da praia. Mas finalmente (e felizmente) a minha câmera voltou, com a estanque encaixando perfeitamente, após ter adaptado o botão liga/desliga, que passou a ser algo parecido com um L, ao invés de um I. Dissabores à parte, como o valor do frete que não me foi reembolsado, eu estou muito satisfeita com a caixa porque tem um tamanho bom para fazê-la estável no momento da foto, com um cabo que se pode dizer anatômico, assim como uma alça divina, firme mesmo. Além disso, com uma boa manutenção, os comandos são leves ao toque, e permitem o uso de todas as funções da máquina durante o mergulho. Apesar de normalmente não ser usado para foto sub, esqueça o flash da máquina enquanto ela estiver dentro da caixa, pois a armação interna obstrui a saída da luz. Não posso, por fim, esquecer de dizer que ela é linda e que possibilita a acoplagem, para alguns modelos, de lentes grande angulares e até flash externo. Mas ainda não cheguei nesse nível... Por hoje é só. Cansei só de lembrar essa odisséia...
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