terça-feira, 6 de outubro de 2009

Acabei de ver, em um e-mail, que uma amiga que tem operadora de mergulho aqui em Salvador está organizando no carnaval do próximo ano uma viagem para Guarapari/ES. Ô lugar lindo, sô! Tudo de bom. No mais estrito sentido da expressão. Quando decidimos ir a Guarapari, a escolha do local da viagem foi muito difícil. Eu e o "Hélios" da minha vida estávamos muito afim de viajar, mas as milhas do cartão não eram muitas. Aproveitamos, então, uma promoção da Gol e escolhemos ir para Vitória, pois as pouquíssimas milhas que existiam davam para os dois. Assim, em março de 2009, desembarcamos em Vitória, no menor aeroporto que eu já vi. Mas, acalmem-se. À época, já havia sido iniciada uma reforma do aeroporto, que uma Capixaba denominou de "vergonha do Espírito Santo". Após o desembarque, seguimos à dura tarefa de decidir como chegar a Guarapari que, segundo o mapinha que tinha consultado, distava 50Km de Vitória, que podiam ser vencidos de táxi, com uma tarifa obscena de R$ 170,00 (cento e setenta reais), ou de ônibus, que só conseguiríamos pegar em uma das rodoviárias da cidade. Óbvio, escolhemos o ônibus, para nos misturar e conhecer o pessoal local. No caminho para Guarapari, paisagens lindas não nos fizeram esquecer nem um pouco que estávamos em um ônibus, que parava de cem em cem metros, com todos os nossos equipamentos de mergulho na mala e que, pela demora para chegar, poderia ser assaltado a qualquer momento. Tive, ainda, que ouvir os comentários do meu assustado parceiro, de que eu estava vestida como uma turistona bandeirosa, o que devo concordar, mas jamais imaginei que o ônibus que vai de Vitória a Guarapari fosse quase um ônibus urbano e que eu fosse chamar tanto a atenção com a minha bolsinha de viagem... vermelha. É... hihihihihi... Por telefone, o atendente do Hotel do Irmão (que só lá em Guarapari/ES descobri que não era "Hotel Dois Irmãos") já tinha explicado perfeitamente onde descer e o que fazer para chegar lá e foi mais fácil do que imaginávamos. O ônibus parou a cinqüenta metros do hotel, o que foi mais que providencial para evitar novo estresse no deslocamento da minha montanha de malas. Massa! Chegamos e fomos, imediatamente, para a Atlantes, pois queríamos garantir nossos vagas, caso houvesse saída no dia seguinte. E assim foi. Mas, como foram os mergulhos e o tour por Guara, fica pra próxima...

Um comentário:

  1. Querida amiga, deixa eu logo lhe advertir.
    Não se espante, caso a reforma do Aeroporto de Vitória/ES,seja para transformar metade dele em estacionamento...kkkkkk...(Eu não podia deixar de fazer este comentário...hehe....
    Lilica.

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